Domingo, 18 de Janeiro de 2009

... E O DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Pois é vrdade: o ortónimo do ARGON enviou para o Diário de Notícias, no espaço dos últimos dez dias, apenas, três frases. E nâo é que este jornal de referência publicou todas estas rtrês frases? É de supor que, por dia, o D. N. receba muitas - não imagino quantas. Mas é de screr que isto acontece porque são frases com espírito, que marcam, que deixam os leitores a pensar. As vezes, parecem paradoxos, mas lendo e vendo bem, as frases são certeiras porque acertam nos alvos com toda a propriedade. É bem verdade que eu procuro a síntese, utilizando, apenas, as palavras certas e sobre um assunto da actualidade. Trata-se das frases que eu antecipei aqui no meu blogue.

Mas, para consolo dos meus mais fiéis leitores, aqui vai a que foi publicada hoje, domingo:

 

Agora é que a credito que a crise veio para ficar: já se pagam casamentos de luxo a prestações. Cuidado! O fisco voraz espreita!

 

Mas a frase original que só não mandei tal qual por receio de não caber no espaço destinado a este género de frases, era esta:

 

Agora é que eu credito que a crise veio para ficar: já se pagam casamentos de luxo a prestações. Cuidado! O fisco, voraz, - quanto mais come e consome, menos se farta, segue no encalço.

 

E tenho na manga mais algumas, que me vão surgindo, à medida que vou lendo as notícias do quotidiano.

 

Até à próxima! ... Se não for antes!

 

 

 

publicado por argon às 20:54
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Sábado, 17 de Janeiro de 2009

POR QUE SOMOS UM PAÍS POBRE

EM TEMPO: A propósito do meu texto anterior, devo acrescentar:

pouca gente saberá porque é que Bush, sendo tão odiado pelo seu 1º mandato, voltou a ser eleito no segundo, vancendo o seu adversário. É que os americanos, entre um candidato qua garantia a liberdade (mais liberdade), mas não a segurança (aquela é inimiga desta, nos tempos que correm), ou seja, Gerry, e um, (Bush) que garantia a segurança, msmo que sacrificasse ou diminuisse as liberdades, o povo americano, que, ao contráio dos europeus, não é parvo, votou Bush para mais um mandato. E a experiência veio provar que ele deu segurança aos americanos, embor à custa de menos liberdade.

Se pergunatrem a qualquer pessoa o que prefere, se a libardde, ou a seguranç, toda gente responde que a segurança.

*

Há un três ano, visitei Londres pela primeira e única vez e fiquei surpreendido por ver que os ingleses são muito conservadores: ainda têm, ao serviço público da capital, os autocarros de dois andares. Nós, em Lisboa, também já os tivemos semelhantes. Nem havia outros, ao tempo. Mas eis que, de repente, sem darmos por isso, desapareceram sem ninguém saber para onde se evaporaram. Nem deixaram rasto! E foram substituidos por outros novinhos creio qu Volvo. Um luxo. E continuamos a ser a cidade europeia onde os autocarros são mais novos e melhores.

Os jornais de hoje dão  conta de que Obama se desloca de comboio para Woshington, como Lincoln. Cerimónias de tomada de posse iniciam-se com viagem de 200 quilómetros. Ninguém imgina qualquer dos nossos ministros ou deputdos a irem de comboio para o trabalho! Pelo contrário, vão em carros de último modelo de grandes marcas e de alta cilindrada. Com os nossos carros, pagos com os nossos impostos. Com condutor particular que não faz mais nada. Alguns deputados até vivem fora de Lisboa só par auferirem um chorudo bnefício a mais, para aumntarem o ordenado. Ninguém imagina vê-los andar de comboio, nem de autocarro. E uma das razões é que os comboios, em nome da nivelação social por baixo, deixaram de ter 1ª classe. E eles não querem ser confundidos, nem misturados com a ralé chamada povo.

Todos esses senores exibem sinais exteriores de riqueza! É por iso que Portuagl é, e continuará a ser um país pobre. E cada vez mais! Porque temos a mania das grandezas e das riquezas!

publicado por argon às 22:15
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O DEVER DE INGERÊNCIA

A ONU devia exercer o direito de ingerência no Zimbawe, desgovernado, há 28 anos, pelo sr. Mugabe. Porque não o faz? A resposta é muito simples: porque não tem petróleo!

 

Guerra entre Israel e o Hamas nõ é uma guerra entre Israel e o Hamas. É uma guerra contra o Irão, como foi contra o Hesbolath (não sei se se escreve assim), no Líbano. Em desepero de causa, e de casa ou Pátria, os israelitas não pensarão duas vezes: e antes de o Irão se armar com a bomba atómica, lançarão uma bomba atómica sobre o Irão.

Os americanos, para evitar um mal maior que eram dois: abreviar a guerra e poupar a morte de centenas de milhares de americnos, preferiram deitar duas bombas atómicas que mataram menos gente, embora tivesse obrogado o mundo mtodo a condenar este actos de tresloucados.

 

É tempo de fazer o balanço sobre o governo de Bush, agora que está de saída: é muito criticdo e com toda a razão. Mas de uma coisa o não podem criticar: de não ter prezado a segurança dos americanos. Nunca mais houve terrorismo nas suas fronteiras, desde o 11 de Setembro. Se tivesse evitado a guerra do Iraque e a do Afeganistão, os mesmos que o criticam por ter entrado nelas, seriam os mesmos que o criticariam por não se opor a Sadam Hussein, um inimigo figadal do Irão (8 anos de guerra contra), nem aos  Talibãs!

E, acrefitem, o mundo não etsaria melhor: em vez de um Irão, uma Síria, teria outro inimigo - Sadam Hussein... Que não teria, porventura, umas pequeninas armas de destruição massiça, como o antrax que cabia e era transporada numa simples carta, mas armas de tamanho de morteiro, como queriam os investigadores da ONU encontrar no Iraqu, antes da guerra.

publicado por argon às 19:11
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OREDEM DE EXPULSÃO!

 

Este ano celebra-se o a Ano Internacional da Astronomia. É dentro desrte parâmetro que apresento o seguinte texto:

É sempre muito desagradável e prejudicial receber uma ordem de expulsão, seja em que circunstâncias for. Pois foi o que aconteceu ao planeta Plutão, pois foi expulso sem pena nem agravo, do sistema solar.

Lá por ser pequeno, já não tem direito a figurar na cômputo dos planetas do sistema solar? Devemos protestar contra esta prepotência das dezenas de cientistas reunidos em Praga, durante a segunda semana de Agosto, no âmbito do 26º Congresso da União Astronómica Internacional (UAI). Calculem que passaram grande parte do tempo a acusarem Plutão de ser mais pequeno do que a Lua e de ser diferente dos outros planetas, devido à sua «órbita longa» e excêntrica em volta do Sol. Neste sentido, o pobre Plutão perderá o estatuto de planeta e receberá um outro de planeta anão.

Eu acho que isto não se faz. E mais, quando se sabe que Plutão figurava no grupo dos planetas desde Fevereiro de 1930, altura em que fora descoberto por um jovem de 24 anos, chamado Clyde Tombamgh.

Agora, temos que renunciar, nos registos da nossa memória, àquilo que nos ensinaram e que nós aprendemos a papaguear, na altura em que não era proibido aprender coisas de cor na escola, isto é, o nome de todos os planetas: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno e Plutão - lá vinha o nome do Plutão no fim da lista, no fim, mas mas fazia parte da lista! Quer dizer: eram nove, agora passam a oito!

A notícia diz que os cientistas estavam a braços com um dilema: ou reduziam o sistema solar para  8, excluindo Plutão, ou aumentavam-no para 12, incluindo 3 novos planetas: Ceres, Caronte e Xena, descobertos em 2003, de tamanho igual ou superior a Plutão e, por isso, com direito a estatuto de planeta. Plutão julgaram-no uma espécie de falso planeta ou planeta menor! Se assim é, porque não lhe chamaram, à partida, quando foi descoberto, Pluto ou Puto e lhe deram um nome terminado num aumentatitivo?

Eu penso que com planetas não se devia brincar, mesmo quando ele se chama Plutão – um nome tão bonito e sonante, que, agora, fazem rimar com aldrabão.

Talvez tenhamos que nos socorrer de outro planeta, - só faltava mais essa!, ele que era, até agora, o planeta da sexualidade e da morte, dois temas tão presentes na vida e na morte de todos os homens e mulheres, dois factores que nunca deixarão de existir.

É uma descriminação excluírem os pequenos, só por serem pequenos. Que culpa tem ele de ter nascido pequeno e nunca mais crescer? Isso não se faz!

E eu, em nome de Plutão, lavro aqui o meu mais veemente proteto!

 

publicado por argon às 19:08
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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO EM PORTUGAL

A FRASE

 

Ensino particular - na paz dos Anjos. O Ministério da Educação não mete o bedelho.

Ensino público: ingerência do Ministério da Educação só prejudica e atrapalha. Como se tem visto.

publicado por argon às 18:55
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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

A D. BRANCA DO SÉCULO XXI

 

A  D. BRANCA DO SÉCULO XXI
OU «O ESCÂNDALO DO SÉCULO» DO SR. MADOFF
 
Ainda vão percutir-se, crê-se que por vários anos, as ondas de choque provocadas pelos créditos «subprimes» que consistiam em emprestar a pessoas que não têm os meios para reembolsar as suas dívidas.
Isto foi o começo, qual castelo de cartas, que desmoronou todo o edifício financeiro com repercussões a nível mundial. e de que está toda a gente a sofrer as consequências.
Se não fora este fenómeno, não teriam aparecido os vários escândalos de muitos bancos que, movidos pela cupidez e credulidade dos aforrdores, puxadas a todo o vapor pelas ofertas de dinheiro fácil, com mira no lucro a qualquer preço, quanto mais melhor, para se locupletarem as administrações e alguns tubarões especuladores da bolsa. O considerado o «escândalo do século», tem como autor e protagonista Bernard Madoff (70 anos) Perto de 50 mil miliões de dólares foram ao ar, pela chamada «pirâmide de Ponzi», e eu lhe chamaria «pirâmide D. Branca», made im Portugal, no rescaldo do PREC.
Esta senhora montou um esquema que consistia em atrair dinheiro, pagando 10 por cento ao mês aos depositantes. Madoff emprestava entre 10 e 13 por cento. Mas o esquema era o mesmo: o dinheiro vivo que entrava ia pagar os lucros dos depositantes anteriores. E se a cadeia se quebra? Foi o que aconteceu a Madoff, não à D. Branca, como se verá.
É aqui que vem a propósito uma crónica escrita por ARGON no seu Jornal «Mensagem da Saudade», que Deus tem, cujo texto passamos a reproduzir, sem lhe tirar uma vírgula.
 
A D. BRANCA
Até aqui, os grandes símbolos nacionais eram Eusébio, na Bola, Amália, no Fado, e Fátima, nas crenças religiosas. Os detractores chamavem-lhes «o ópio do povo» ( Acrescento: Os esquerdistas bem pensantes sempre criticaram esta associação de malfeitorias começadas por F. Mas hoje estamos pior: temos mais dois EFES: Ora reparem:Futebol, Fátima, Fado, Figo, Fogo (nos anos de fogos).
Agora, eis que aparece mais uma a acrescentar a este rol: D. Branca(dos Santos e dos pecadores), mais conhecida por «a banqueira do povo». Almeida Garrett, que no século XIX escreveu o poema romântico que introduziu a escola romântica em Portugal, foi buscar, precisamente, o mesmo «prénom», associando-o, - imagine-se!- ao maior poeta lírico português do século XVI: Camões. Garrett titulou o seu poema de «Camões e D. Branca».
A notoriedada de D. Branca já ultrapassou as fronteiras e é mesmo conversa quotidiana dos banqueiros suiços.
Toda a gente sabe que ela é mais do que uma Banca e faz o que nenhuma Banca é capaz de fazer: pagar juros das quantias que confiam  à sua guarda multiplicadora a 10 por cento, ao mês. Queremos dizer: cada 100 contos rendem outro tanto, ao fim de 10 meses!
Os jornais têm falado tanto dela, que o Governo parece apostado em fazer-lhe cerco, para saber das suas actividades milagreiras. Mas parece que a culpada ou ré não será ela. Que culpa tem a senhora que os que lhe emprestaram lhe cobrem 10 por cento ao mês? Eles, e tantos são, é que deviam ser acusados de agiotas, de exploradores da pobre senhora que deve passar as passas do Algarve para conseguir pagar um juro tão elevado, ou seja, cinco vezes mais do que a D. Banca, sua concorrente. Assim sendo, não é de estranhar que sejam muitos os credores de D. Branca, havendo, até, quem opine, que até os políticos estejam a receber as prebendas desta pobre senhora.
Numa altura em que Portugal se encontra com a corda na garganta e endividado até os gorgomilos e em que o Ministro das Finanças sua as estopuinhas para nos dar de comer à custa da subida de tudo, menos do escudo, há quem adiante o nome de D. Branca para gerir os negócios deste reino das Arábias, propondo-a para «Ministro da Finança».
O VILIRRI orgulha-se de apresentar alguns versos que um ceguinho deixou de ver quando se praparava para cantar a história da D. Branca, pelas ruas de Lisboa.
 
Oiçam, senhoras e senhores,
 A história de D. Branca
Que recebe mais clamores
Que a nacionalizada Banca.
 
Portugal, assim, arranca
Com um folhetim belo e novo;
É a história da D. Branca,
Ilustre banqueira do povo!
 
Neste país das arábias,
Muito mais do que era dantes;
País de lei e leis sábias,
Em declives e derrapantes.
 
Em que não há ministro de Estado
Que nos dê boa governança;
De saldo negativo danado,
A nos dar cabo da finança.
 
Por isso, há quem proponha,
P’ra desenrascanço da Banca,
Uma ideia genial, medonha,
Ela Ministra, a D. Branca.
 
 
A que faz render o dinheiro
Cento e mais vinte por cento;
Será sonho milgreiro,
Ou a solução do momento?
 
É ela a administradora
Melhor das nossas poupanças;
Viva esta ilustre senhora,
P’ra Ministra das Finanças!
 
Andaria nosso dinheirinho
Crescer a rodos por aí;
Passaríamos, por este caminho,
A emprestar ao FMI!
 
Viveráiamos sem trabalhar,
Nossas vidas estriam salvas;
A alta cotação do dolár
Nós mandaríamos às malvas.
 
D. Banca, ou D. Branca?
- Eis a questão, afinal,
Que se põe à nossa Banca
E a todo o Portugal.
 
Que a diferença não emperre,
Neste jogo de opereta;
A diferença é só de um erre,
De um erre de roleta.
 
Por um erre e por mais nada,
Por um erre nós nos salvamos;
Por uma letra FMInada,
Por ela nos condenamos.
 
Discussão que é, afinal,
A discussão duma treta;
Tudo vive, em Portugal,
Suspensinho de uma letra!
 
Letra que é de milhões
Dos nosssos empréstimos externos,
Sacada aos repelões,
Com juros, mesmo, supernos!
 
Muitos já não têm dinheiro
Para viver cada dia;
Aviam-se no merceeiro,
Mas já nem este lhes fia!
 
A alta carestia da vida
Já a fome ela não estanca;
Não vale a moda sabida
Do recurso à D. Branca!
 
Assim senho, ó meus senhores,
Acabavem os desvarios;
Era dizer adeus aos suores,
Calaquentes e calafrios.
 
Não se veveria à toa,
Ai! Num abocanhar de alarve;
Faria inveja o melão de Lisboa
Às passinhas do Algarve!
 
E num rico país de estalo,
Passaríamos a ter juízo;
Viver aqui seria um regalo,
Portugal, um Paraíso!
*
D. Branca. Uma senhora do povo e de idade, sob cujo nome se recebia dinheiro que dava juros de 10% ao mês. Pouco tempo depois, veio a ser presa , ela e o seu staff, que estava por detrás. Isto passou-se nos tempos em que Mário Soares, nosso ministro dos Estrangeiros, andava de mão estendida a bater às portas da Europa dos ricos a pedir dinheiro para um país ainda em ebulição revolucionária, depois se ter abotoado com a «pesada herança» deixada pelo Salazar de que eles disseram tão mal – e continuam. Mas é bom acrescentar que os que mais o odeiam, mesmo depois de morto – muitos nem o conheceram, nem ele lhes fez mal nenhum, são os maiores reahabilitadores da sua memória com a publicação de livros de vária ordem, incluindo biografias e fotobiografias.
O senhor Maddof , face à D. Branca, mostrou ser pouco original. Diga-se que D. Branca foi presa e os americanos ainda não sabem o que hão-se fazer ao senhor (daquilo que não era seu) Maddoff.
*
 
 
 
 
publicado por argon às 15:59
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FRASES ASSASSINAS

Frases que enviei para o 'Diário de Notícias' e sete publicou:

 

1. Guerra de Israel contra o Hamas: os Palestinianos agradecem.

D.N.  Terça-feira, 6 de Janeiro, de 2009,pág. 7.

2. castigos para professores opodem chegar à demissão. Professores processados se recusarem Avaliação. Não restam dúvidas.Estamos numa Democracia. Musculada.

D.N. Domingo, 11 de Janeiro de 2009, pág. 9.

 

3. A próxima a ser enviada:

Agora é que eu acredito que a crise veio para ficar: já se pagam casamentos de luxo a prestações. O Fisco, voraz, no encalço!

 

publicado por argon às 15:02
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

UM EXERCÍCIO DE ESCRITA FONÉTICA

UM EXERCÍCIO DE ESCRITA FONÉTICA

 

Eu esdou muto gonzdibado. E dando, que na zei gomo derei borzas bara gondinuar a esgreber, baz denho um gombromizo de esgreber dodaz az bezes uma gróniga bara esde gornal.

Agondeze que, gando esdamos gonsdibados gomo eu esdou no ado de esgreber esda garda, esdou gonsdibado no gorbo dodo, isdo é, abrange dodas as bardes do gorbo: as maos, oz bez, a gabeza e dudo o resdo gue nao bem pra agui nobear. As maos taobém esdão gonzdibadas , daí o alinamendo desde texdo co alguaz ledraz bloguiadaz. Bor izzo, denho muda dibiguldade em ardigular e esgreber como madam as leiz da zanta madre gramádiga e abedezia-me, maiz, zoldar bara o babel ua boz nao ardigulada. Mas não bozzo debraudar oz meuz gosdumados e agozdumadoz leidorez. Se nao houbezze médigos, não habria doendes, perdão, se não houbezze leidorez nao habia gornais, nei gornalizdaz

Denho az bozzaz dazais endubidas e, bor izzo, dodaz az balabras, mezmo az ezgridas, me zaem bela garganda em gargareigos emoliendes (dic. substância que elimina a dor e a  inflamação).

Abesar do beu esdado, aída gonzegui abrir um barêndesziz – tibe algûa dibiguldade, bara dar ao gorbo aguilo gue ele me bedia: que diridasse de frio para imaguinar as briuraz doz gue se gobrem com menoz goupa do que eu. E, de benzamendo, en benszamendo, no meio doz zero grauz de Lizboa, e do alerta amagelo do guaze resdo do baís, e algu alerda laranja de menoz nobe grauz em Braganza, oido grauz na Guarda, e oubi agora que bai cair nbe no Bordo e em Braga. gomezei a benzar no «aguecimendo global» - era o gue nós prezizábamos, agora. Nao zei ze gá rebararam que no Inberno, que era guando brezizábamos de calor, bem o frio, e no Berão, que agradezeriamoz ao Griador ûas rajadas de frio, esdamoz adoladoz en galor. Gá biram maior abzurdidade, nesde mundo de badaz ao ar? Boiz eu nuca oubi balar de «frio global». O seor Al Gore, esgrebeu um libro - «Uma Verdade  Inconveniente» que bendeu milhões a azzuzdar-nos com o aguezimento global, culpa, diz ele, do gombordamendo humano do homem. Abinal, beio a desgobrir-se, pelo gue eztá à bista armada e dezarmada, gue dudo izzo é um embusde, ûa mendira, ûa iluzão.  Bega-se o libro  «A Ficção Científica de Al Gore», de Marlo Lewis. Prebiu ele e ezzas lumináriaz e almaz agoirendas, gue deigaria de haber chubas e as braias engoleriam e oz deszerdoz abanzariam. Bura bendira. E ainda bem.

Agui, biz um iterbalo e fui jantar. O puré de badada e os bifes ezdabam uma delízia. O pior foi a seguir. Tibe que regolher à gama porgue a resbiraçao, binda do esdômago, não pazzaba e nao gonzeguia degludir. Como zou zózio da AMI, mandei bir um médigo a gaza. Ó sehor doudor nem a água pazza da boga para o esdômago. Ele rezeidou-me remédios bárioz. Mas nao gonzegui engolir nehum. E, borgue gulgamos gue az Urgênzias do hosbidal bazem milagrez, lá bou eu para a bicha das Urgênziaz. Quando fui chamado, o médigo pediu-me os zintomas. Eu dei os gue tinha dado ao médico AMIgo que tinha bindo a biha gasa.

E, andez que fozze jamado lá para dendro, para a desgoberda do mal e o dradamendo, já na maca,o médigo lembrou-se de me dar um gombrimido e um gopo de água. Eu egoli o goprimido com doda a bazilidade. Logo a seguir, o médigo, antes de eu me pirar a doda a velocidade para casa curado, disse: - o sehor nao me conheze? Olhei-o de frende e regonhezi gue era o mezmo médico que me dinha adendido AMIgabelmente em miha casa!!!

Eu gombordei-me gomo aguele baralídigo daz pernaz, de muledas gue, debois de gurado milagrozamende, em Fádima, adirou gom as duaz muledas bara o demo e  bôs-se a gamiho de gaza belo zeu bé. As alegriaz feztibas nem derao dembo, nem ezpazo para agradezer à Birgem Maria o milagre. O gue me fez vazer a seguide guadra:

Begam aguele baralídigo,

A forza da zua fé:

Foi a Fádima de muledas,

E beio de lá belo zeu pé!

Dal e gual o baralídigo fádimo, abedezeu-me deidar ao ar a maca em gue já ezdava deidado. Só que era mudo besada e, sem me desbedir do médigo AMIAdorense (a acção passa-se no Hospital Amadora-Sintra)  dei às de Bila Diogo em direzao a gaza gompledamende gurado, sem dradamendo nehum.

Abinal, pergundarao oz zenores: que doenza boi ezza gue noz dezgrebe gom dando pormaior (sic)?

Muido zimplezmende: um trozo de bife tiha-se-me atrabezado na garganda e só resolbeu ir bara o ezdômago no hosbital! Exberimendem e berão a aflizao que é!

Por izzo, eu regomendo: guidado gom os bifez!

                                                                                                                                                             ARGON

 

publicado por argon às 22:08
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

UM CARTA

 

 
Transcrevo, sem comentários, uma carta que recebi ontem, remetida pelo meu antigo professor de Literatura Portuguesa, Latim e Grego no Colégio de Nun’Álvares em Tomar, autor da Literatura Portugueses, em 2 volumes para o 6º e 7º ano dos Liceus, por onde aprenderam o português e a estimar os nossos escritores, milhares de jovens nas escolas, NOS TEMPOS EM QUE SE APRENDIA E ENSINAVA Literatura nos tempos em que se ensinava Literatura Portuguesa a sério.
Prezado amigo Dr. Neto Gonçalves
Tenho recebido com enorme regulridade escritos produzidos pela sua inteligência brilhante em constante carburação. Pasmo e ponho-me a pensar como quão somos diferentes. (…)
Continuo a admirá-lo e tanto, que mostro em comentários de espanto aos meus amigos as suas lucubrções mentais, que a todos espantam. Aquele texto TODO O MUNDO E NINGÉM está feito com faíscas de génio. O Gil Vicente ficaria satisfeito se o lesse… E estas últimas produções («Um duelo (des)educativo») e as «Pluralidades do estilo na prática democrática» estão repletas de humorismo bem observado.
Desejo-lhe para si e todos os seus familiares um BOM ANO NOVO e que Deus lhe dê muita saúde porque bem o merece, até pelo tratamento que mantém com o seu velho Professor, o que muito o honra.
Um grande abraço
*
 
publicado por argon às 09:47
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

ALZARITH

O Diário de Notícias de hoje traz-nos uma crónica de Baptista-Bastos. Louve-se o estilo e a linguagem. É uma peça literária muito bem escrita.

Quanto ao conteúdo, só quem  não conhecesse jo autor julgaria que a descrição iria desaguar a uma terra diferente de Gaza. É a descrição da morte de uma criança , vítima da guerra de Israel contra o Hamas. Só a última palavra do texto nos diz o local da cena: Gaza. Mas podia, sem tirar, nem pôr, ser em Israel. Aliás, o que já acontecera e continua a acontecer - a morte de crianças vítimas dos mísseis do Hamas. Para ser coerente, Baptista-Bastos devia fazer uma descrição tão pormenorizada, direi, mesmo, sádica e tremendista, como esta, a puxar a piedade, pelo lado da vítima e o ódio pelo lado do agressor, de uma criança morta por um míssil do Hamas, em terra de Israel. Mas isso seria pedi rmuito e pedir-lhe que traisse a sua ideologia e cegueira.

Eu, se fosse a Israel, não invadiria Gaza, nem a mandaria bombardear: Punha em prática a política do «olho por olho, dente por dente». Enviava, também, e todos os dias a toda a hora misséis contra Gaza. Ficava mais barato do que uma guerra. Mas já estou a ler Baptista-Bastos a protestar e a acusar Israel de genocídio.

Nunca li nada de Baptita-Bastos a protestar contra os atacantes suicidas (obrigados a suicidrem-se) que causam dezenas e dezenas de mortos (inocentes, - adultos e crianças)  num mercado, numa igreja numa mesquita, numa praça pública. A sua cegueira leva-o a ver crimes só entre os que não defendem a sua ideologia, isto é a liberdade. Há uma diferença entre o Hamas e Israel, além de outras muitas: Hamas tem prazer em exibir as vítimas, o sangue, a tragédia, para suscitr a piedade a fvor deles e a condenação do gressor sionista. Israel nunca faz isso, porque preza o valor da vida humna.

A criança, cujo nome ele teria inventado, chamava-se Alzarith - aliás, um nome pouco comum na zona.

SE querem dar uma volta de 180 graus ao ( texto de) Baptista-Bastos, risquem a palavra Hamas e escrevam uma cidade de Israel onde têm caído dezenas de mísseis todos os dias, provoando vítimas mortais, - algumas são crianças. 

Em conclusão direi que numa guerra são tão cruéis e insisnsíveis um lado como o outro.

*

ESCLARECIMENTO

Quando acima eu digo que o ministério da educção só atrapalha, etc, devo acresentar, à guisa de esclarecimento: sabemos que o minitério não atrapalha o ensino particular. E ele vive bem com os seus problemas próprios da função. Até nem há guerras por causa da avaliação e do Estatuto. Até parece que vivem num outro país.

Eu sou mais radical do que o António Barreto, sociólogo, que toda a gente escuta com atenção nas suas crónicas semanais no jornal Público (aos domingos) porque escreve com bom senso e diz aquilo que todos os portugueses gostarim de ver na prática. Pois ele ainda concede ao Ministério da Educção duas visitas de inspecção por ano às escolas oficiais.

Proponho o afastamento do ministério das ecolas com estas condições prévias:

1. Que o ministério dê autonomia às escolas (as particulares têm);

2. Ela, uma vez que se compraz em gastar rios de dinheiro a favor do ensino público, que continue com essa hemorragia, dando às escolas a possibilidade para gerir essas verbas;

3. que as escolas escolham os seus professores dentro do mercado de trabalho (certamente escolhem os que julgam melhores)

4. Que os pais possam escolher a escola para os seus filhos (no particular universitário preferem a Católica - veja-se porquê), perto ou longe de casa, não importa.

5. Nada de  ingerências nas escolas, nem de pais, nem de autarquias (eles não metem o bedelho na Católica, nem no ensino prticular).

6. Acabar com a proliferaçõ de livro, livrinhos, comp^ndios, auxiliares, etc, que só atraplham. (Os alunos devem ser incentivdos a trablhar e a pensar).

O ministério ocuparia o seu tempo a fazer coisas úteis para as escolas: programas escolares, afastando ideologias e partidos. E pouco mais.

O ensino chegou a esta miséria em que se encontra porque metade do tempo (2 anos) de um novo partido no governo, passara-o  ( e passa) a desfazer tudo o que o anterior tinha feito e só depois começava a fazer aquilo que o seguinte destruiria). Veja-se a quantidade de governos e ministros da Educção que tivemos desde o 26 de Abril! E a quantdade de reformas que já houve!

A Ministra da Educação do actual desgoverno devia sair a bem ou a mal. A sua imagem na TV causa repulsa e o Pedreira também, com aquela carinha do apóstolo S. Pedro.

Todos os dias chovem ameaças do ministério contra os professores. - não tendo a força da razão, quer ter a razão da força.

Nunca se viu tanta animosidade da parte de uma ministra contra os professores, desde que se sentou na cadeira do poder, logo desde a primeira hora e tem tentdo metê-los numa camisa de doze varas. E quer (queria?) fazer num ano o que só se poderia fazer em vários!

Por muito menos - e fez muitas coisas bem! foi demitido Correia de Campos, ex-ministro da  (falta de)Saúde.

*

 

 

 

publicado por argon às 11:34
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