Terça-feira, 29 de Junho de 2010

O PAÍS DO FAZ-DE-CONTA

 

Por muito menos e menos graves trapalhadas demitiu Sampaio Santana Lopes de 1ºministro, para fazer o jeito ao então já organizado PS, com um chefe no aparelho chamado Sócrates. Vale-lhe, agora, o facto de estarmos em crise e crise grave para que Cavaco não pague na mesma moeda a Sampaio.

Havia, no tempo de Santana, uma Assembleia da República legal, na integridade e exercício das suas funções, facto suficiente para que Sampaio não pudesse fazer a sujeira que fez. Mas admirei-me sempre que ninguém protestasse nas hostes da agora chamada oposição.

Sócrates continua imparável. A viver num mundo de sonho e tranquilidade, apesar das inúmeras mentiras que todos os dias prega ao país. Não há lei que lhe caia em cima. Todos os poderes judiciais têm trabalhado na surdina para que não seja incriminado.

A Comissão de Inquérito contra ele deu em nada, aliás, como se previa. Porque o presidente da Comissão não autorizou o uso das escutas legitimamente enviadas pelos juízes de Aveiro.

Mas não perde pela demora: em Outubro, tudo se saberá quando o processo deixar de estar fora do segredo de justiça.

Só há uma coisa que não compreendo: como é que o processo está no segredo de justiça, foi proibido o seu uso e o Correio da Manhã tem publicado dias seguidos todo o processo de Aveiro que incrimina Sócrates. Afinal, está, ou não, no segredo dos deuses?

Os deputados do PS têm-se encarniçado na defesa do seu anjo protector chamado Sócrates. Defendem a pés juntos, com acrimónia desmedida o seu patrão. Mas eles não podem estar cientes daquilo que defendem. Como podem provar que Sócrates não mentiu ao parlamento? É tão difícil provar que não mentiu, como provar que mentiu.

Mas, mesmo que seja verdade que ele não mentiu, ninguém no país acredita na sua palavra. Tal a sua falta de credibilidade!

Se eu, por exemplo, vi um criminoso com aspas ou sem elas cometer um crime, posso dizer e jurar que cometeu o crime. Se não vi, não posso jurar, nem provar que está inocente. E isto vale para Sócrates e para o Pedroso que continua a afirmar que não pedofilou ninguém, que está inocente. Aliás, o mesmo dizem todos os pedófilos da nossa praça acusados. Afirmam-se inocentes na linha daquela verdade que diz, sem mentira, que uma das características mais marcantes de um pedófilo é ele nunca dizer a verdade, é ele mentir com quantos dentes tem, é ele considerar-se sempre inocente. Não há uma excepção. Vejam os milhões que se poupavam se eles confessassem, logo à partida!

Penso que o único inocentado a levar em linha de conta devia ser o Silvino porque confessou alguns crimes. Os outros deviam ser todos condenados, para pagarem o tributo que devem à sociedade e às vítimas, em primeiro lugar.

Mas cada país tem a justiça que merece. E, dados os antecedentes, penso que ninguém espera que algum dos pedófilos seja condenado a prisão efectiva. E simplesmente porque não pertencem à ralé, à classe dos pobres ou remediados. Verão que, se forem condenados o serão a pagar uma multa modesta e, depois, a lei protege-os e podem andar dez anos a recorrer de tribunal em tribunal, até à prescrição dos seus crimes.

É, também, por isso, que este país é um país do faz-de-conta.

publicado por argon às 12:25
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Segunda-feira, 28 de Junho de 2010

O POCEIRÃO

 

O Poceirão é bem o símbolo, deste governo que nos desgoverna e que, com teimosia da sua errada política nos colocou em estado de calamidade financeira e económica. Na verdade, já nos meteu num profundo poceirão do qual será muito difícil e moroso sair.

Já sabíamos que não vai haver TGV em Portugal. Aliás, o primeiro-ministro deu-lhe o golpe fatal quando anunciou a supressão da terceira travessia do Tejo. Mas continua a dizer que o TGV vai avançar e até já ajustou a sua construção, vejam só!

E foi preciso o governo espanhol anunciar que vai suspender o TGV de ligação a Portugal por ano e meio, para José Sócrates, mais dia, menos dia, ter que dizer o mesmo do lado português. Só é pena que tenha que ser Sapatero a dizer-nos que o TGV de ligação a Espanha é um nado-morto.

Não há dúvida: este governo encontra-se no poceirão do desespero, na fase do pleno desnorte com o primeiro-ministro a dizer hoje uma coisa e amanhã o seu contrário e os ministros a desdizer o que ele disse.

Quando às escutas que chegaram à Comissão de Inquérito, os juízes de Aveiro, o próprio Procurador-Geral da República e Pacheco Pereira o que devem estar a pensar, lá no fundo, ao saberem que Sócrates é um grande construtor de inverdades? Mas só Pacheco Pereira ainda o disse clara e publicamente. Mas elas não podem constar das conclusões. E a pergunta é esta: Então, para que foram remetidas à Comissão? Para serem consultadas e se meter a viola no saco? Não há dúvida: o excesso de democracia atropela a própria democracia porque humilha os fracos e protege os poderosos.

Mas não tenham dúvidas: quando se fizer a história, há-de saber-se toda a verdade.

Parece que vai ser no mês de Outubro próximo.

 

publicado por argon às 23:54
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O ESTADO COMPRA AO ESTADO, ENDIVIDANDO-SE

 

A leitura das notícias dos jornais tem que se lhes diga. Há notícias e notícias. Vem isto a propósito de uma notícia veiculada pela D.N. cujo título é o seguinte:

‘Parpública endivida-se para assegurar venda de imóveis’.

Trata-se de uma empresa do Estado que compra prédios públicos, isto é, do Estado. A coisa não seria grave se fosse com dinheiro que não pertencesse aos contribuintes. Mas não: financia-se externamente para comprar imóveis! O que significa que se trata de um negócio que só tem gerado prejuízo: de 5,6 milhões de euros em 2009. E conta continuar com o negócio dos mesmos moldes: em 2010, vai continuar a comprar, com dinheiro de empréstimo, no valor de 300 milhões de euros.

Trata-se de uma empresa que faz negócios ruinosos à custa do erário público, com um estratagema patusco: a Parpública, estatal, endivida-se para comprar imóveis ao Estado Mas que negócio é esse?

 Da mesma página do D.N. transcrevo:’Fisco falha encaixe de 3,5 milhões’. Os imóveis a vender em hasta pública ficaram sem compradores interessados. E crê-se que com o andar do tempo vai ser pior. O que mostra a fragilidade da nossa economia. Mas pensam que isso consta das preocupações do Governo? Enganam-se, se pensam que sim.

 

publicado por argon às 23:51
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O CASO DO REINO UNIDO

 

Um leitor do Diário de Notícias pergunta porque é que o Reino Unido que tem uma dívida igual à Grécia não foi atacado pelas agências de rating. Eu respondo-lhe: Se Portugal não tivesse uma dívida externa como tem, se fosse um país competitivo, isto é, se não vivesse à custa do crédito externo e tivesse mais exportações que importações, não teria à perna, como os gregos, as agências de rating. Efectivamente, a Inglaterra não vive à custa de empréstimos externos, mas, se tem dívidas, sabe governar-se com a prata da casa, isto é, o Estado deve muito, mas é aos ingleses. Daí que tenha a confiança dos mercados porque estes sabem que a Inglaterra sabe honrar os seus compromissos comerciais e tem muito por onde pagar.

Quem dera que nós seguíssemos o exemplo do Reino Unido e poderíamos respirar de alívio e não teríamos dores de cabeça com um débito externo tão grande, nem estaríamos na triste situação ratinguística em que nos encontramos.

Artur Gonçalves, Sintra

publicado por argon às 23:49
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A RECUSA DE CONCERTAÇÃO

 

O Governo convocou os parceiros sociais, mas recusa negociar. Se o governo ‘recusa negociar’, para que convoca os parceiros? Se tivéssemos um governo a sério, teria convocado os parceiros antes das medidas draconianas. Mas Sócrates preferiu ser pressionado pela Alemanha e pela França, a ter tido, antes, uma concertação com as outras forças políticas e sociais, perdendo a nossa independência orçamental.

‘A natureza não dá saltos’, diz um aforismo latino. Este Sócrates além de antipático e auto-convencido, não fala com verdade, com receio de macular a sua imagem e tem exercido um política pessoal, nele concentrando todos os poderes de decisão com a agravante do «posso, quero e mando» - os traços mais comuns do seu carácter, que nos levou a este triste resultado, sendo obrigado a governar com um programa que não tem nada a ver com o programa com que ganhou as eleições.

Ele devia ter posto os olhos na Irlanda, cujo governo está a fazer uma boa política de austeridade e de saída da crise, após ter reunido com todos os partidos e os parceiros sociais que assentaram numa política comum para atacarem a crise.

Este primeiro-ministro que nos desgoverna, sempre negou a crise, sempre quis dar uma nota de optimismo enganador, criando ilusoriamente um país cor-de-rosa, para salvaguarda da sua imagem de marca. Uma marca desacreditada que só nos tem lançado no abismo.

Devia, também, ter posto os olhos na Espanha que teve a coragem de atacar as regalias dos políticos, as despesas sumptuárias e esbanjadoras do Estado e aqueles que mais podem pagar.

E podia ir mais longe, citando o caso da Inglaterra com o novo governo.

Artur Gonçalves

publicado por argon às 23:47
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A VISITA DO PAPA

 

Os inimigos da Igreja mostram sem disfarce a sua hipocrisia quando criticam o Governo por ter dado tolerância de ponto no dia 13, a propósito da visita do Papa. Dizem em coro com os sindicatos que o país, assim, não pode cumprir o PEC que advoga o crescimento económico – não o dizem expressamente, mas está implícito.

Seria bom que as mesmas razões presidissem quando há um fim-de-semana longo e toda a gente aproveita uma ponte para rumar ao Algarve. Ou quando fazem greve, quando sabem que isso nada resolve, sobretudo neste tempo de vacas magras e de dificuldades económicas em que é preciso apertar o cinto. Aí já não há dores de consciência pela falta de produtividade!

Esquecem que o nosso país é maioritariamente católico e as vozes discordantes são uma minoria – só um ou outro se manifesta porque tem possibilidade de protestar na comunicação social, aproveitando para defender o seu laicismo. Há muitas mais coisas de que deviam discordar e criticar mas fecham-se no seu silêncio larvar, assim mostrando que concordam com certas anomalias que grassem e crescem na sociedade portuguesa.

publicado por argon às 23:43
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O CERNE DA QUESTÃO

O mais grave, para o nosso país, não é a situação económica em que se encontra. O mais grave é a causa que deu origem a esta situação de quase bancarrota e que persiste, sem fim à vista. E o que nos levou a nós e ao mundo a esta situação de catástrofe, foi a falta de valores ou, se quiserem, a sua perversão, baseada na obsessão do lucro dos grandes predadores que quanto mais comem e consomem, tanto menos se fartam. Repare-se, como prova do que afirmo, que Sócrates não está a ser julgado, nem nunca o será, por ter levado o país a esta situação, mas pela falta de ética nos seus procedimentos. O que levou a que esteja, desde há muito, nas bocas do mundo, com o seu nome a contas com a justiça, no parlamento e na opinião pública que segue com curiosidade e impotência este folhetim que vai terminar numa mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, foi o seu comportamento desviante das normas de boa convivência estabelecidas para um bom funcionamento das relações sociais e do exercício de cidadania.
publicado por argon às 23:41
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SEM MOTIVO PARA PROTESTOS

 

Uma das notícias que continua na berra é a do bónus escandaloso que a EDP resolveu atribuir ao Sr. Mexia. E o argumento mais invocado é aquele que diz que se trata de uma empresa em que o principal accionista é o Estado, e por isso, devemos protestar porque está na mão do Estado suprimir essas regalias. Só o que toda a gente esquece é que, se este dinheiro não for para ele, uma coisa é certa: nunca irá ter ao bolso do consumidor do produto de primeira necessidade de que a EDP tem o monopólio. Por isso, de que presta o protesto colectivo se esse dinheirame seria distribuído pelos accionistas se não fosse parar ao bolso do Mexia? Qualquer cidadão fica com o mesmo dinheiro no fim do mês, não dependendo isso do dinheiro que a EDP possa dar ou deixar de dar ao sr. Mexia.

Ele argumenta, para merecer tal compensação obscena, que ultrapassou os objectivos traçados. Mas, para isso, basta anunciar por baixo e cumprir por cima. Ninguém sabe quais eram os objectivos.

Mas o contribuinte ganharia alguma coisa se o sr. Mexia ou o Governo, atendendo aos lucros da empresa, descesse o tarifário aos consumidores da EDP, ou se os prémios e bónus fossem para um fundo de reserva para ajuda dos pobres deste país. Porque ter grandes lucros à custa dos consumidores por serem legião, não haver concorrência, ter o monopólio e determinar o preço do produto e dos serviços como quer, pré-fabricando os lucros, é muito fácil e não exige competência (só é preciso ser boy, ou cair nas boas graças do Governo), não merece elogios e muito menos distribuição de bónus.

Artur Gonçalves

 

 

publicado por argon às 23:37
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MANDELA E SÓCRATES - O GIGANTE E O PIGMEU

 

Sócrates, para preservar a sua imagem de marca, negou que tivesse sido ele a pedir para visitar Chico Buarte, em sua casa, mas fez constar que teria sido este a pedir um encontro com o grande chefe. Outra coisa não seria de esperar de um homem que nos habituou a mentir constantemente. Por fim, veio a saber-se que foi ele, Sócrates, que quis encontrar-se com o escritor e músico brasileiro.

Nelson Mandela não se envergonhou, nem escondeu a verdade: foi de sua iniciativa a visita que Ronaldo fez à sua residência, tendo Ronaldo deixado de ir a um safari por este motivo. Mandela não se sentiu diminuído com a iniciativa e até lhe ficou bem, dando mais uma pincelada de arte e de distinção na imagem do melhor e mais consagrado jogador de futebol do mundo.

É esta a diferença entre um gigante, Nelson Mandela, e um pigmeu chamado José Sócrates que não procura agir com lisura e verdade, mas gosta de fingir que é uma pessoa muito importante e receia que qualquer gesto que só lhe ficaria bem, iria denegrir a sua reputação de homem íntegro, que não é. Um é um Homem com letra grande, o outro, um homem com letra pequena.

Nelson Mandela já está na história como um homem da estatura grandiosa, Sócrates também ficará na história, mas por maus motivos.

Os portugueses gostariam de ter um primeiro-ministro que soubesse representá-los onde quer que fosse, mas, infelizmente, têm um político que nem política sabe fazer. Como se viu, ao ter que ser desmentido pela verdade dos factos que, tal como a azeite, vem sempre ao decima.

publicado por argon às 23:34
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A VERDADE E A MENTIRA

 

A Assembleia da República tem passado grande parte do seu tempo em inquéritos. Os mais mediáticos são os levados e efeito pela Comissão de Ética e o da Comissão de Inquérito ao caso PT/TVI.

 Ora, descendo bem ao fundo da questão, eu pergunto se é assim tão grave que um Primeiro-Ministro tenha mentido ao Parlamento. Um político que passa a vida a mentir a todos os portugueses. E tanto isto é verdade, que a oposição não acredita que ele tenha dito a verdade, mesmo que, por hipótese, ele não estivesse a mentir. Não vale a pena especificar, pois o rol é infindável, desde a quebra das promessas eleitorais, até ao esconder do défice, passando pelo optimismo com que apresenta, sempre, a situação económica do país. Isto é mais grave do que a mentira ao Parlamento.

Afinal, a mentira tem dado mais bons resultados aos seus defensores do que a verdade. Sócrates, diz-se, ganhou as eleições porque mentiu aos eleitores e Ferreira Leite tê-la-ia perdido por ter sido frontal e querer ser verdadeira. Sabemos que isto está errado, mas é assim a política.

Nesta ordem de ideias, que mal há em que o Primeiro-Ministro tenha mentido ao Parlamento? Qual foi o prejuízo? Que diferença haverá entre ele dizer a verdade e ter mentido, se sabemos que, no segundo caso, não aconteceria nada?

Se vier a provar-se que Sócrates mentiu, devia ser responsabilizado, não por ter mentido, mas porque, com a sua mentira, prejudicou o país economicamente. Tinha obrigação de dizer a verdade e isso, só lhe ficaria bem, embora ele talvez pense o contrário.

Mas a verdade é que, mesmo tendo dito a ‘sua’ verdade, a oposição e a maior parte do país não acredita, tal o estado de descrédito a que chegou, perante a opinião pública.

publicado por argon às 23:31
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