Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

OS ADMINISTRADORES DA TAP

Hoje é notícia o caso da TAP. Um prejuízo de centenas de milhões e vêm à baila os chorudos salários dos gestores, bem como as suas benesses e reivindicações.

Por isso, julgo oportuno o seguinte

 

ANÚNCIO

 

Eu, abaixo-assinado, ofereço-me para administrador da TAT. Tenho qualificações não inferiores, faço a coisa por metade do preço e prescindo de aumento e das chorudas benesses.

Artur Gonçalves

 

É este o anúncio que tenciono enviar para o Diário de Notícias, se não  desistir de o fazer.

 

publicado por argon às 15:57
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OS RESULTADOS DAS ELEIÇÕES EURPEIAS

1. Só umaS notaS muito breves sobre os resultados das eleições europeias.

O resultado reflecte, não a vitória deste ou daquele partido, mas a vitória de Portrtugal que, com o resultado, mostra claramente que reprova a política politiqueira de Sócrates e dos seus comparsas.

Repare-se que todos os partidos da oposição subiram, à custa do PS.

Repare-se, em terceiro lugar, que as sondagens também foram derrotadas e de que maneira, nestas eleições. Porque se mostraram sempre a favor do PS, talvez para influenciarem os eleitores.

É curioso observar que os resultados das eleições - refiro-me ao PS e PSD, são precisamente ao acontrário dos números, em pecentagem,  em elogiar a referir o aumento do BE e do PCP. Só se esqueceram de ver com olhos de ver, disfarçavam, ao menos, a sua cegueira: o partido que obteve uma percentagem maior de votos foi o CDS. Há que ter EM atenção que era um partido que era dado como espécie em vias de extinção pelos fUturólogos canhestros e pelos autores de diagnósticos falhados.

Só mais isto,para terminar: o bE canta de galo e com razão. mas, atenção eleitores deste partido: o BE nunca poderá ser governo por duas razões:

1. Louçã nunca aceitará,

2.Se, por absurdo, aceitasse, Portugal ficria ingovernável, ou ele, em oito dias, se defendesse a política de terra quaimada que defende, ficaria destruído em oito dia.

e não quer ser governo porquê?

Porque já não poderia dar bocas constantemente, nem fazer críticas como faz. Este é o seu maior prazer. criticar, desfazer, destruir, dizer mal de tudo e de todos. Ora, isto é muito fácil de fazer - governar é que é mais difícil. Não custa nada dizer que se devia diminuir o número e riqueza dos ricos e aumentar os pobres. O que custa é fazer, coisa utópica e impossível, a breve prazo, pelo menos.

finalmente: o MEP cconseguiu encher o estádio do benfica 845.0009. Não foi pequena proeza, só que não houve jogo. não elegeram nenhum deputado.

&

2. AS MANCHETES DOS JORNAIS DIÁRIOS

 

DN.: VITÓRIA CLARA DO PSD.

C.M.: CARTÃO LARANJA A SÓCRATES.

PÚBLICO: COLAPSO ROSA.

J.N.: VITÓRIA DO PSD FAZ TREMER O PS.

D. ECON.: SÓCRATES PERDE EUROPEIAS.

J. NEG.: PSD VENCE O PS.

24 HORAS: este jornal não dá destaque aos resultados das europeias. Apenas lhe dedica em letra miúda ao alto da página, à direita, o seguinte texto:

SÓCRATES LEVA TAREIA NAS ELEUIÇÕES EUROPEIAS.

 

MANCHETE DO 24 HORAS:

 

LOUREIRO SEM BENS PARA PENHORAR.

tem o património em emprEsas offshore.

Mas o prato forte vai para o seguinte título com as carantonhas dos visados, ocupando quase todo o espaço do jornal:

 

COMO ANTIGOS MINISTROS GANHAM AGORA FORTUNAS.

 

3. Sócrates, com a sua desastrosa acção governativa reparem o que já conseguiu:

Conseguiu destruir a classe média;

Conseguiu destruir a classe da função pública;

Conseguiu destruir a classe dos professores;

Consguiu alargar a percentagem de ricos e aumentar, também, em maior medida, a classe dos pobres;

Conseguiu alterar, para pior a classe dos  reformados, das forças armadas, da Justiça, da saúde, e por aí fora.

E, ainda mais grave: com as obras megalómanas, faraónicas do TGV, do novo aeroporto, das barragens, das autoestradas, da nova ponte sobre o Tejo, etc., comprometerá o futuro das próximas gerações com uma dívida de que não são responsáveis. 

Eu já estou a ver os meus netos a terem de pagar uma coisa inocentemente por causa de um caturra chamado Sócrates.

Agora, está um só - Sócrates, contra todos, depois , mais tarde, na hora do pagamento das facturas, estarão todos contra um que, possivelmente já terá morrido e não pode ser responsabilizado.

Mas estas eleições mostraram que os portugueses não deixarão levar para a frente estes

atrevimentos.

Por isso, «j'accuse!»

&

 

publicado por argon às 10:01
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Domingo, 7 de Junho de 2009

AS MINHAS LEITURAS

1. 0S VOOS DA CIA

 

Ana Gomes é uma teimosa que anda a queimar energias não sei para quê, a propósito dos voos da CIA. Não sei qual é o interesse dela em deslindar este emaranhado chamado voos da CIA. Eu acredito que ela foi eleita para o parlamento para defender os interessses do seu país e não é assim que se defendem, ao ter um ódio de morte contra o grande país que é a América. Se o 11 de Setembro tivesse acontecido no seu país, gostaria de saber se terçaria tais armas contra os voos que Porrfugal porventura fizesse com voos  semelhantes. Se a América fosse condenada por se descobrir que andava a transportar terroristas por outros países sem autorização destes ela ficaria toda contente.

O Ministério Público arquivou o processo, diz que por falta de provas. Ela, Ana Gomes, diz que tem provas! Pois que as mostre! E para quê?  A bater sempre nesta tecla, parece que não tem mais nada em que pensar, nem que resolver. E talvez seja verdade, quem sabe? Eu teria vergonha em defender um ponto de vista assim tão teimoso e tão sem sentido.

&

2. UM POUCO DE ORDEM NAS ESCOLAS

O D.N. titula «Escola impõe dieta rigorosa e proibe alunos de cantar». Reparem nos termos tão vincados negativamente: «Impõe», «dieta», «rigorosa», «proibe». Opondo, a esta proibição uma atitude aparentemente contrária. Este título quer dar a ideia que se trata de uma escola onde reina a ditadura. O que está em contradição com o texto e, sobretudo, com os tópicos do rez-do-chão do jornal.

Alguém poderá estar em desacordo se se tirar o papel higiénico das casas de banho, sabendo que os alunos o vandalizam, o estragam e o gastem desmesuradamente? Quando queiram ir à casa de banho. reparem que é o nosso dinheirinho que está arder, se estragam ou vandalizam o papel higiénico.

Acham mal que os alunos sejam educados a comer no bar alimentos sãos ?

Acham mal que não sejam vendidas bebidas durante as aulas e só nos intervalos, quando os alunos devem estar nas aulas?

Será um caso de reprovar ,o facto de se pedir mais um pouco de silêncio aos alunos, sobretudo se eles são reincidentes?

Os alunos queixam-se que só podem jogar á bola  se esta for alugada na escola. Agora suponham que muitos alunos trazem a bola de casa. Onde a guardam? Levam-na para as aulas? Eles têm que estar sempre ligados à sua bola: ela pode ser roubada.

Parece que é um escândalo impor um pouco de disciplina nas escolas onde há, actualmente, uma indisciplina e uma balbúrdia incríveis?

&

 

publicado por argon às 11:46
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SEREMOS UM PAÍS DEMOCRÁTICO?

Hoje é dia de eleições para o Parlamento Europeu. A esta hora é ainda muito cedo para se saberem os resultados. Mas não é para dar resposta a essa questão que venho ao convívio dos meus leitores.

É para transmitir uma ideia que veio ter comigo ontem. Era a primeira vez que esta ideia se encontrava comigo. E comecei a matutar nela.

A questão é esta: seremos nós, portugueses, com a nossa ordem constitucional e com a prática política que vem sendo seguida desde o 25, uma democracia?

A resposta pode ser NÃO. E digo porquê.

Só a eleição do Presidente da República é democrática porque sabemos em quem votamos, isto é, votamos numa pessoa. que tem este nome, se chama fulano de tal, tem estas ou aquelas qualidades e nos dá a garantia do que nós queremos que ele defenda e represente. Dizemos, através do voto, que queremos para P.R. este ou aquele cidadão português. Ora, nas legislativas tal não acontece: nós não votamos em ninguém, isto é, não votamos neste ou naquele deputado - eles são mais do que as mães. Votamos, sim, numa abstracção que se chama partido, global e indistintyamente considerado. Nos votamos no partido A, B ou C. E este é que escolheu os nomes, nós não fomos chamados a fazê-lo. É, pois, uma eleição impessoal. E é por isso que os deputados se sentem desprendidos dos seus eleitores embora representem 'in abstracto' esta iou aquela regiã. Por outyro lado, os deputados defendem os interesses do partido - que foi quem os elegeu, e não os meus, teus, seus, nossos, vossos, seus.

Se fora doutra maneira, os deputados defenderiam os interesses dos cidadãos, assim, não. Eles não defebdem os nosos, mssd os seus interesses de classe e pessoais. Nada mais. Quer dizer aquilo ali, a Assembleia da República e um emprego como outro qualquer, onde se derimem opiniões, pontos de vista, interesses pessoais e não os interesses do país ou das pessoas de carne e osso, 'in concreto'.

E não fala, já, dos jogos de interesses que se escondem por detrás das leis mal feitas que favorecem os poderosos e nunca os pobres e indefesos.

&

&

publicado por argon às 10:40
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Sábado, 6 de Junho de 2009

PERGUNTAS SEM RESPOSTA

QUANTOS...?

 

Quantos cheques carecas é preciso um devedor passar para ser preso e lhe ser cortado o crédito bancário?
Quantas crimes contra pessoas e bens são precisos para que um chefe de estado seja considerado tirano?
Quantos meses os eleitores precisam para se darem conta das promessas eleitorais não cumpridas?
Quantos milhões é preciso ter para se ser considerado milionário?
Quantas lágrimas é preciso verter em tribunal para compadecer um juiz a aplicar ao réu culpado uma pena mais leve?
Quantas leis é preciso espezinhar para que um soberano seja considerado ditador?
Quantos por cento deve levar de juros um emprestador para ser tido por agiota?
Quantos livros são precisos para fazer um burro doutor?
Quanto dinheiro é preciso não ter para mandar cantar um cego?
Quantos livros é preciso ler para se aprender a escrever?
Quantos decibéis são precisos para produzir um surdo
Quantos graus apetitométricos são precisos para ser ter fome de verdade?
Quanto é preciso não ter para se estar no limiar da pobreza?
Quantos copos de três é preciso beber para se ficar bêbado?
Quanto tempo é preciso cabular por dia para se ganhar a ufania de cábula refinado?
Quantos metros é preciso correr fora de uma prisão para um preso ser considerado fugitivo?
Quantas miligramas de droga pesada é preciso consumir ou traficar para se ser preso?
Quantos pobres são precisos para fazer um rico?
Quantas promessas é preciso um candidato a primeiro-ministro fazer para que se acredite e se vote nele?
Quantos bens e dinheiro é preciso não ter para não ser perseguido pelo fisco?
Quantas e quais cores é preciso misturar para se obter a cor burro quando foge?
Quantos automóveis devem estar em fila para se considerarem em bicha?
Quantas pessoas são precisas para constituírem uma multidão?
Quantos anúncios de TV é preciso TVer para que um telespectador adulto normal se aborreça e faça zapping?
Quantos segundos demoram os preços dos combustíveis a subir (mais vezes e muito mais tempo para cima) nos postos de abastecimento e quantos dias demoram a baixar, (menos vezes e muito menos tempo para baixo), em relação aos preços praticados na fonte nos dois sentidos?
Quantos burros é preciso tocar para deixar pelo menos um para trás?
Quantos milhões de euros tiveram de lucro líquido, por dia, todos os bancos (no entanto, ainda não chega - há promessa de crédito mais caro, em breve) que actuam no país mais pobre da EU, que não consegue arrancar, nem acompanhar o ritmo dos seus parceiros, em contraste com o sorriso filosófico e triunfante do nosso Primeiro-Ministro?
Quantos quilos é preciso uma senhora emagrecer para se dar por satisfeita com o seu peso?
Quantos soníferos é preciso tomar para se ter uma paradisíaca noite de sonhos cor-de-rosa?
Quantas e quais coincidências são necessárias para haver acidente rodoviário?
Quantos espirros é preciso dar para afastar uma alergia?
Quantos hectolitros da água da Barragem do Alqueva Portugal vai verter para Espanha proximamente?
Quantos abortos ilegais se praticaram em Portugal depois da legalização do dito cujo?
Quantos treinadores pode ter um clube de futebol durante um ano para (não) ganhar o campeonato?
Quantos dias é preciso uma mulher ter de gravidez para começar a enjoar?
Quantos lobos são precisos para formarem uma alcateia?
Quantos milhares de pessoas entupiram as agências de viagens porque queriam conhecer o país magnífico de que falou o Primeiro-Ministro na TV?
Quantos espirros dá um homem bem comido se enfrentar  o Sol demoradamente e com agressividade?
Quantos milhares é preciso um capitalista possuir para passar de senhor a escravo do dinheiro?
Quantos golos é preciso um futebolista marcar para ser distinguido com a «bota de ouro»?
Quantos alunos um professor terá que passar com elevadas notas para poder ser avaliado com distinção?
Quantos metros é preciso estar distante da barra um marítimo, não habituado ao mar, para começar a enjoar?
Quantas notas negativas são consentidas para um candidato ter entrada na Universidade?
Quantos milhões é preciso ter para se ser considerado «colarinho branco»?
Quantos milhares de euros é preciso ter pedido ao banco um construtor civil para ser considerado «pato bravo»?
Quantos milhões um clube de primeira deve dever ao fisco para não pagar impostos, não ser falado nos media por isso, nem ser perseguido pelo fisco, partindo do pressuposto que «no futebol um crime não é crime, é futebol» - Pulido dixit?
Quantas vezes é preciso proclamar uma mentira para que venha a ser aceite como verdade?
Quantas vezes uma notícia tem que ser desmentida por um membro do governo para que seja verdade?
Quantos dias de greve é preciso fazer uma empresa sensível para que as suas reivindicações sejam atendidas pelo Governo?
Quantos «direitos de resposta» são precisos para lavar a honra ofendida de um político, conspurcada pelos «media»?
Quantas pessoas são precisas para se guardar um segredo?
Quantas «manifes» um sindicato tem de convocar por ano para justificar a sua existência?
Quantas vezes os ecologistas conseguirão manter silêncio concordante, sempre que se fala em «impacto ambiental», antes de se avançar para a construção de uma obra pública de tomo?
Quantas discussões acaloradas tem que haver entre marido e esposa para que haja motivo para divórcio?
Quantas calorias deve ter uma desavença para obrigar uma das partes a «ferver em pouca água»?
Quantas reuniões de sociedade deve frequentar uma senhora para ter direito a vir nas chamadas «colunas sociais»?
Quantos nascimentos há a menos (dos que seria necessário), no país, em cada ano que passa?
Quantos anos é preciso esperar até que surja um membro de um governo que diga «fui eu!», assumindo-se como autor confesso de uma qualquer ilegalidade que só veio contribuir para aumentar o património de quem não precisa, sem sacudir a água do capote?
Quantos padrinhos é preciso ter um/a jovem para passar a ser famosa porque é famosa?
Quantos convites para festas deve receber uma socialite para rivalizar com a Lili Caneças?
Quantos atentados deve haver para levar um país a reconhecer a independência daquela que é parte do seu território, com manifestada vontade de separatismo?
Quantas vezes um cântaro deve ir à fonte até que se parta?
Quantas vezes devem sair gorados os intentos de saída do euromilhões a um cavalheiro para que deixe de acreditar na (má) sorte e desista de apostar no dito cujo?
Quantas carteiras um larápio deve roubar para ser considerado carteirista?
Quantos andares deve ter um prédio como máximo para ser aprovada a sua construção pela câmara?
Quantas páginas deve ter um livro para não ser maçador e se ler com agrado?
Quantos livros um escritor deve escrever para ganhar o prémio Nobel?
Quantos milhares e milhares de notícias foram veicularas pelos «media» sobre o caso Maddie, afirmando o óbvio e o seu contrário, inventando e especulando, sem fim à vista e sem qualquer resultado?
Quanto tempo um leitor compulsivo leva a ficar doido, se fechado num mundo sem livros?
Quanto tempo um boato jornalístico criado demora a transformar-se em notícia aceite e propalada por todos os «media»?
Quantos meses mais durará o julgamento da Casa Impía, de colarinhos e famosos, sem fim à vista, rumo à prescrição?
Quantos recursos mais, no total, será preciso meter, ainda, no julgamento da Casa Pia, para que a defesa consiga a prescrição?
Quanto tempo demora a grande superstição moderna da «ideologia opressora da ‘comunicação total’» até deixar de invadir todos os aspectos da vida social, política, económica e cultural?
Quantos anos passarão até que muitos portugueses deixarão de comprar livros só para servirem de bibelots e para se darem ares de bem pensantes e intelectuais?
Quantos meses levará o governo a deixar de criar sistemas que diminuem o pouco que é de muitos e aumentam o muito que é de poucos, e passe a inverter a situação, para benefício dos mais fracos em recursos?
Quantas centenas de vezes o caso do desaparecimento da menina Maddie foi manchete de 1ª página do Jornal «24 horas», desde que o caso apareceu, até esta data?
Quantas dezenas de milhões (neste país de pobretanas é tudo aos milhões!) um director, reformado compulsivo, de poucos anos de casa, levou para casa, de bónus, na altura da crise (!?!?) que afectou um Banco e qual o valor da reforma vitalícia obscena com que foi mimoseado?
Quantos socialistas portugueses (ufanam-se de ser de esquerda) têm o coração do lado esquerdo mas escondem a carteira do lado direito?

Quantos milhões o governo sacou aos pobres e aos reformados (gesto só pelo lado da receita, coisa fácil, - fazer obra com dinheiro alheio, nunca restituído) para baixar o défice para um valor aceitável?

 

Quantos milhões de euros o Estado despendeu dos nossos impostos para salvar bancos, para evitar que fossem à falência?
Quantos batedores se esforçaram para fazer sair da toca o coelho, conselheiro de Estado, sem resultado e com quantos  furões ele saíu imediatamente?
Quantos furões serão necessários para fazer sair da confortante toca o regulador-mor do Banco de Portugal?

 

 ARGON
 
publicado por argon às 21:51
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PORQUE SOMOS UM PAÍS POBRE (3)

Há mais maneiras de empobrecer do que de enriquecer. E é mais fácil ser pobre do que ser rico. Por isso, eu digo:

o pobre não tem medo de ficar rico; mas o rico tem medo de ficar pobre. Ora, aqui está uma vantagem - fraca vantagem! dos pobres, em relação aos ricos.

E entre nós há uma infinidade de meneiras de empobrecer, embora algumas pareçam, à primeira vista, um modo de enriquecimento.

Hoje, trago à consideração dos meus poucos leitores o caso dos telemóveis. A notícia dizia que em Portugal há treze milhões de telemóveis. Se excluirms as cricinhas de peito e as de tenra idade, um pouco mais idadosas, que não têm telemóvel, podemos dizer que em Portugal há uma média de dois telemóveis para cada pessoa. E eu pergunto: para que quer cada portugês dois telemóveis? Poderíamos aceitar o facto se os telemóveis fossem de borla, que não são e que, feitas bem as contas, custam muito dinheiro. Atrevo-me a dizer que há famílias que compram telemóvel aos filhos sem estes terem um discernimento suficiente para se relacionarem com este instrumento de gritos das novas tecnologias. Tenho visto filhos aparentemente filhos de pais pobres que deixam os seus filhos exibirem e falar através deste instrumento. E a coisa está de tal modo espalhada, e está a tornar-se uma espécie de epidemia tal, que é raro vermos um jovem que não leve nas mãos o seu troféu chamado telemóvel e, muitas vezes, passam grande parte do tempo a falar. Ora isso traz vantagens, o uso do telemóvel, mas não há nada neste mundo que não tenha as duas faces da moeda, para eabelecer o equilíbrio da natureza.

É que não de trata do uso, mas do abuso do telemóvel e julgo que um bastaria, na maior parte dos casos. Mas nós, portugueses somos assim: achamos que iso é um traço de cultura ou de moda que é preciso acompamnhar.

O uso tão generalizado de lelemóveis não será um sinal de riqueza de um país como é o nosso que bate os recordes.  Quer dizer: nos defeitos somos reis, nas qualidades somos uns pelintras. Ficamos sempre em primeiro lugar naquilo que é negativo, ficamos em último naquilo que uma qualidade.

Esta é mais uma matéria que denota que somos um país pobre. Não olhamos a gastos, quermos é parecer novos-ricos. 

&

publicado por argon às 14:58
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

NÓS E A ESPANHA

Sabemos que a Espanha já tomou conta de uma boa fatia de nós há um certo tempo. E a prova é que na altura em que os camionistas TIR fizeram greve durante vários dias, estivemos à beira de rotura de stocs alimentares que garantem a nossa sobrevivência.Terá sido esse o motivo pelo qual o governo chegou a acordo com os camionistas, pondo fim ao bloqueio.

Estas considerações vêm a propósito desta notícia: « Espanha ganha vigilância da costa portuguesa». Quer dizer: somos tão ricos e extensos em água do mar que não somos capazes de o defender. É mais um emprego que damos aos espanhóis, talvez para fazer diminuir o desemprego que é maior do que o nosso.

Eu proponho que demos aos espanhóis outras tarefas, porque saem mais baratas feitas por eles do que por nós, e não é preciso muito para fazerem melhor do que nós, além de que não temos que fazer despesas com tantos empregados nem equipamentos. Por exemplo: que eles venham gerir a nossa justiça, a nossa saúde, a nossa educação e por aí fora, incluindo tomar conta das rédeas do governo que nos tem desgovernado. No fim de contas, chegaréiamos facilmente à conclusão que bastaria unir politicamente, também, os dois países, fazendo um só. Já não falta muito. Depois que se terem abolido as fronteiras, tudo é possível.

Só não gosto desta consequência, porque ador0 a nossa língua: e havia o perigo de passarmos a falar espanhol. «Entonces, hablariamos la lengua de Cervantes y nuestros escritores passarian  a hacer parte de la literatura española»...

&

publicado por argon às 14:14
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OS TRÊS MAIORES

O Benfica, o Sporting e o F.C. do Porto precisam de 90 milhões para sairem da falência. 

Ninguém acredita nesta notícia. E ela é um absurdo se considerarmos que estes três clubes só vomitam milhões. Continuam a viver à grande e à francesa os dirigentes a ganhar milhões, bem como os treinadores e os jogadores, numa ofensa que vem de longa data, contra os portugueses.

Mas, a ser verdade, que o Benfica precisa de 32,9 milhões, o Sporting precisa de 30,4 e o F.C.do Porto 26,4 de capitais próprios e que os três clubes têm um passivo de 440 milhões, podem pedir ao Sácrates que, tal como fizera para o BPN etc, tire esse grosso dinheiro da cartola e endivide, ainda mais, os portugueses desta geração e de gerações futuras. E pode acrescentar a este endividamento mais o TGV, o novo aeroporto, a nova ponte sobre o Tejo novas autoestradas, não sei tantas barragens, etc., etc.

Estamos todos à espera que eles batam à porta do governo para cobrir as suas despesas monstruosas e indecorosas.

Até quando aparece um governo que ponha mão a estes desmandos?

&

À MARGEM

 

sabia que

 

As os modelos das revistas são retocados por software?

 

Embora haja quem diga que as mulheres são bonitas simplesmente por serem mulheres, estes retocadores de imagem desmentem esta afirmação, afinal, o produto mais natural da madre Natureza. A Natureeza castiga sem dó, nem piedade aqueles/as que tentam modificá-la. É o caso dos que poluem e o caso daqueles que a desfiguram com a intenção de apagarem as rugas que são a marca da natureza ao longo dos anos...

publicado por argon às 13:45
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PORQUE SOMOS UM PAÍS POBRE (2)

Um emigrante português residente nos Estados Unidos, depois de várias considerações, numa carta enviada a um dos jornais de referência portugueses, terminava, fazendo referência aos medicamentos que são consumidos nos EUA, receitados pelos médiccos.

E dizia que os médicos dos EUA só prescreviam o número de comprimidos julgados sufientes e necessarios, segundo eles, até que o doente se curasse . Ora, aqui, em Portugal, as caixas de comprimidos receitadas pelos nossos médicos contêm um número maior de comprimidos do que aqueles que o doente precisa e toma. A culpa, em geral, não é dos médicos. É que os laboratórios só sabem fazer caixas com muitos comprimidos. A razão ressalta à vista desamada: assim, ganham mais dinheiro, os lucrus são maiores, aliás, a única finalidade dos laboratórios. A finalidade não é curar ninguém, é aumentarem os lucros.  Alguns médicsa poderá haver que embarquem nesta jogada para tirarem daí algum proveito. Ora, acontece que eu, em minha casa, tenho uma infinidade de caixas de comprimidos, algumas quase cheias. E, se fosse possível fazer uma prospecção por todas as casas dos portugueses não ficaríamos espantados, porque se confirmaria aquilo que toda a gente sabe: os doentes portugueses compram mais medicamentos do que aqueles que necessitam. Por outras palavras:  As caixa têm mais comprimidos, às vezes, para deitar fora, do que para consumir. Ora isto tem duas consequências: 1. Os pobres andam a governar os ricos laboratários e farmácias que ganham milhões, e andam a deitar remédios, isto é, dinheiro, para o lixo. E nem um país rico se pode dar ao luxo de fazer isso! Aliás, só os pobres como o nosso comete estas insanidades. É por isso, que somos um país pobre, isto é, é por isso que estamos cada vez mais pobres. E os governos estão-se marimbando para isto!

&

 

 

publicado por argon às 09:58
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SOMA E SEGUE

 O Governo não se fez representar no enterro de Luís Cabral, 1º presidente da Guiné-Bissau depois de independência  A sua presença é que seria de estranhar. Na verdade, seria um atentado sem perdão contra a memória e o bom nome dos mortos que caíram e uma ofensa aos vivos. 

Os jornais de hoje confirmam que aquele país é um país de vinganças e, portanto, perigoso para os desgraçados dos guineenses. «Foi morto por deconhecidos armados um dos candidatos às eleições cujo início começa amanhã e que se realizam no dia 28 de Junho».

Não há necessidade de mais comentários sobre um país inviável. Chamava-se Barciro Dabó.

E, como se tal não bastasse, a internet traz-me outra notícia sobre a Guiné que é notícia pelos piores motivos: «ex-minstro da Defesa, Helder Proença, foi morto a tiro». E acrescenta: «alegada tentativa de golpe de estado (mais uma!), na ausência do lº minstro, do presidente interino e do Ministro da Defesa». Por este andar, não sabemos o que o futuro reserva a este inditoso país que se quis tornar independente e que se mostra cada dia mais violento e menos independente.

&

publicado por argon às 09:51
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